Top 10 do Universo Alternativo!


*Tira as teias*. Cof cof... Quanto tempo não? Eu sumi, eu sei. Talvez foi o maior período de hiato. Não prometo que irei voltar, porém darei o meu máximo? Claro! Enfim foi uma explicação bem mal-feita, mas vamos lá rsrs. 2016 está acabando (ainda bem) e que ano meio agridoce, não acham? Muitas mortes marcantes, algumas coisas legais nesse meio, crises financeiras e etc. E para tentar dar um up positivo, a Jaque do blog 4sphyxi4 teve a ideia de fazer um top 10 com os momentos mais marcantes para cada blogueira. A minha lista não será de ordem decrescente, ou seja, do menos importante para o mais importante. Prefiro deixar assim, pois cada elemento teve uma importância diferente para mim. Vamos lá?

1 – Formatura

E sim, 2016 veio e foi o ano da minha formatura. Para quem não sabe, eu sou jornalista. Seria muita injustiça eu não colocar este momento tão especial para mim e para minha mãe principalmente. É raro ver minha mãe ficar emocionada e ela ficou tão orgulhosa de mim! Foi um dos momentos mais emocionantes e felizes da minha vida, de longe. Até hoje não tenho as palavras certas para descrever essa noite mágica!

2 – Fotografia

Apesar de não ter muitos posts sobre o assunto aqui no blog, se você visitar meu Flickr saberá que eu fiz bastante fotografia esse ano. E modéstia à parte eu dei uma boa evoluída. Obviamente, cada dia é um aprendizado. Graças a Deus, Universo, etc consegui comprar um flash e aos poucos vou apanhando e aprendendo com ele. Graças a um amigo, o Jefferson, eu consegui alguns freelances e é muito bom poder pegar a prática no pesado mesmo. E espero sempre melhorar cada vez mais.

3 – Show do Iron Maiden.

Eu não poderia esquecer este momento tão mágico na minha vida. Poder ver pela segunda vez o show da minha banda favorita é algo muito recompensador. Ainda mais que foi outra experiência: o primeiro concerto foi no Rock in Rio. E no festival nem todo mundo é fã do Iron Maiden, nem todo mundo foi assisti-la. Ok, foi um ótimo show, mas eu deveria ter a experiência de ver um show solo da banda. E aconteceu este ano! E foi mágico, foi incrível! Primeiro: amei o The Book of Souls. Segundo: O meu player 2 estava comigo! E foi o primeiro show dele. Terceiro: nós fomos de pista, então a gente podia ver os caras! Foi uma experiência indescritível.

4 – Star Wars.

E isso vai além de Rogue One! Infelizmente, nós fãs, fomos pegos de surpresa nesse final de ano com o falecimento da Carrie Fisher, a General Organa a.k.a. Princesa Leia. Um fato que ainda não caiu a ficha para mim. Fora esse fato triste, coisas boas aconteceram comigo em relação a saga: eu estou me inserindo mais no Universo Expandido ao ler o Kenobi – que tem análise literária – e na Trilogia Thrawn, que é fantástica. E claro, tenho que dar um espaço para o filmaço que Rogue One é! Que introdução para uma das maiores sagas do cinema, senhoras e senhores! E graças ao player 2 que eu posso hoje usufruir de todo esse universo fantástico que saiu da mente do George Lucas!

5 – Séries.

Eu preciso falar sobre as séries aqui no blog. E pretendo fazer isso ano que vem? Mas é claro! Este ano posso dizer que assisti a muitas séries, graças a Netflix. House of Cards, Brooklyn Nine-Nine, The Get Down, Luke Cage, That’s 70 Show, Chewing Gum, Supernatural e muitas outras trouxeram várias risadas, lágrimas, alguns sustos. Mas o principal: fiquei bastante entretida.

6 – E falando em séries... Black Mirror!

Essa série com toda a certeza confundiu a minha cabeça! Me fez refletir demais sobre como eu uso a tecnologia, como eu lido com as redes sociais. Além do entretenimento, toda série, filme traz a mim bastante reflexões! E Black Mirror, foi nossa! Um tapa na minha cara, sinceramente. É triste ver como o comportamento humano faz com que a tecnologia seja usada de forma tão leviana. Como a nossa sociedade está virando algo mais doentio do que nunca. Como a gente tem – me incluo nessa – um quê de White Bear com uma pitada de Nosedive. É bem triste, na verdade. Apesar de ainda ter esperança de que as coisas vão melhorar, mesmo com toda essa enxurrada de coisas negativas.

7 – Música!!!

2016 foi um ano de grandes descobertas musicais, a maior parte foi o player 2 que me mostrou. Devo destacar Myrath que sinceramente foi o meu maior vício este ano. Eu passei um mês completo ouvindo o cd “Legacy” e pretendo trazer as minhas impressões sobre esse disco maravilhoso. Outras bandas que conheci algumas por conta própria, outras por indicações foram: Sister e Nightmare. Além disso poder ouvir alguns lançamentos como do Kansas, como o excelente “Prelude Implicit” e “The Holographic Principle” do Epica. Enfim, foi um ótimo ano para adicionar mais bandas e cds ao meu histórico musical!

8 – O Blog.

Pode parecer um pouco contraditório e até concordo. Mas voltar a ter um blog foi uma das coisas que eu me propus a fazer esse ano. Ok, não fui a pessoa mais fiel em manter uma média digna de postagens, mas eu voltei a algo que me fazia muita falta, que era escrever. Como no primeiro texto do Querido Diário, ainda enfrento demais a insegurança de escrever sobre alguma coisa. Tenho medo de não ser objetiva. Mas prometo a mim mesma e a quem me lê, que tentarei ser mais presente na blogosfera.

9 – Cabelo!

Há um ano, mais precisamente no dia 9 de dezembro de 2015, eu fazia o Grande Corte. Passei pela transição, graças as tranças e depois de muita reflexão, leitura, preparação psicológica... Eu cortei as partes lisas e aprendi a ter uma redescoberta. Eu sei que para muitas pessoas, pode parecer algo bastante fútil falar sobre cabelo. Mas para mim foi como um renascimento. Como muitas brasileiras, fiz parte de um gigantesco grupo que aprendeu desde criança que o cabelo crespo era “ruim”, “duro”, “que dá muito trabalho” e outros nomes pejorativos. Entretanto, ao fazer o GC eu percebi que:
a) ele não dá tanto trabalho
b) eu aprendi a cuidar dele e isso me fez desenvolver a auto-estima.
c) cabelo cresce.
E além desses fatores, com essa nova fase, eu descobri que poderia descolorir sem tanto medo assim. Há quase um ano eu estou com o cabelo roxo e é só alegria. O meu cabelo crespo, meu black me fez perceber que eu precisava desconstruir muita coisa. E sinceramente? Me arrependo de não ter feito antes. De verdade!

10 – The Last of Us.

Lembrando que: esse top 10 não foi em ordem decrescente, ou seja, do menos importante para o mais importante. E sim do que eu fui lembrando. E como eu poderia esquecer deste jogo que é literalmente o jogo da minha vida! Acredito que seja digno de explicar que existe todo um hype em cima de The Last of Us. O primeiro contato que tive com o jogo foi através do NerdPlayer (do canal Jovem Nerd), onde o próprio JN dizia que era o jogo da vida dele. Confesso que achei de um exagero sem tamanho à época. Contudo, ano passado tive a primeira oportunidade de jogar – com o meu player 2 – como sempre. Mas o meu ps3 deu um problema e tivemos que adiar. Finalmente neste ano, nós voltamos a jogar... E senhoras e senhores, que jogo! Foi o jogo que me fez ficar emocionada e eu passei a entender todo o hype. Obviamente eu e o Bruno estamos na expectativa para a segunda parte. E eu não poderia deixar de citá-lo aqui!

Bônus:

Decidi fazer uma mini-lista com outras coisas legais que rolaram, mas será mais curto.

- Conheci o Guilherme Briggs.
- Fiz três de namoro. Três anos e um mês, hoje.
- Amei a Rio 2016.
- Fiz alguns looks do dia no meu instagram.
- Comecei um curso de edição de vídeo.
- The Walking Dead é legal!
- Fui na piscina de bolinhas.

E este foi o meu top 10! Apesar da grande carga negativa que foi este ano, ter feito essa lista me fez ver que coisas positivas aconteceram também. Principalmente na minha vida, mesmo com alguns problemas aqui e ali.

Links participantes (postarei com os links já direcionados):
This is my world
Lady Dark's
4sphyxi4
Panzoca
Alternativa GG

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Diga Xis.

E mais outra categoria ganhando vida aqui no blog! Chamada de Diga Xis, você já deve imaginar o que vem por aí não é? E sim, é sobre fotografia! Para quem não sabe eu amo fotografar, é uma terapia para mim e melhor, é ligada à área que eu me graduei: Jornalismo. Então de vez em quando, pego a minha Ally - apelido carinhoso para a minha Canon t3i - e faço alguns clicks. Inicialmente esse post seria apenas direcionado ao Country Club, porém nos últimos meses consegui algumas fotos interessantes - obviamente ainda sou uma padawan na fotografia - e resolvi postá-las aqui. Se quiser vê-las em melhor qualidade, visite o meu Flickr. Bem, chega de delongas e vamos para as fotos. Espero que curtam e espero seu comentário, dizendo o que achou! Beijos e até mais!
Player 2 ♥

Diego Oliver. Neste dia eu e ele estávamos cobrindo DUAS formaturas! Mas foi legal apesar do cansaço!






Essa foto já apareceu por aqui na postagem do livro Kenobi, mas eu gosto muito dela e resolvi repostar!

O dia que a Tocha Olímpica passou por São Pedro da Aldeia. Tenho tanto orgulho desta foto!

Pôr-do-Sol do Shopping Park Lagos da região onde moro. Um dos mais belos que já pude presenciar.

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Adorável Entretenimento: Sealab 2021.

Da  esquerda para a direita: Faísca, Joaquim, Débora Negra, Marco, Débora Branca, Capitão Hank Murphy e Tempestade.

Iniciando mais uma categoria aqui no blog! Essa se chama Adorável Entretenimento e chamarei assim porque será destinada a desenhos, séries e filmes. Nessa tag também terão análises, pequenos históricos. Enfim, você verá de acordo com o tempo. Revivo aqui uma postagem sobre uma animação chamada Laboratório Submarino. Espero que curta!

Hoje trago um dos desenhos mais nonsense e divertidos que eu já vi. O Laboratório Submarino 2021, ou SeaLab 2021, em inglês. Então, o que há de tão especial neste desenho para eu vir falar sobre? O Laboratório Submarino 2021 fez parte do extinto Adult Swim.
O que foi o Adult Swim?
Bloco do canal Cartoon Network que durou de 2005 a 2008. Costumava transmitir desenhos com tema e linguagem mais adultas nas madrugadas de sábado e domingo. Além do Laboratório Submarino, outras animações também ganharam destaque. São elas: Frango Robô, Space Ghost Costa a Costa e Aquateen: O Esquadrão Força Total. Em 2015, o bloco volta para a televisão por grande apelo do público. Hoje é transmitido no canal a cabo TBS também nas madrugadas, porém com uma duração menor.
O Laboratório Submarino 2021 é criação das produtoras 7030 e Willian Street. Porém utilizaram uma série já existente, o Sealab 2020, que era uma produção dos anos 70 criada pela famosa dupla Hanna-Barbera. Mas esta animação era pouco conhecida e tinha o objetivo de conscientizar sobre a vida marinha e prevenção à poluição dos mares e oceanos.

Porém um ano se passa, eles chegam ao ano 2021 e eles enlouquecem. Com esse pretexto é criada a animação. Então começaram a deixar de lado a ecologia e começaram a fazer projetos estúpidos com atitudes mais estúpidas ainda. E essa é a graça do desenho, porque são atitudes tão sem sentido que acabam sendo engraçadas. Uma das maiores características da série era a grande aversão à continuidade: quase todo final de episódio, por alguma razão o laboratório explodia. No episódio seguinte, estava lá inteiro de novo. Como se nada tivesse acontecido.

A animação também ficou conhecida pela paródia de “Águas de Março” interpretada pelos saudosos Tom Jobim e Elis Regina com os personagens Débora e Marco, dublando os artistas. Essa parte era transmitida nos comerciais do Adult Swim. Deixarei o vídeo abaixo.


Legenda das falas (tentei contextualizar)
Início do vídeo:
Marco: - É muito bom estar de volta!
Débora: - É! É bom te ter de volta!
M: Está pronta para cantar?
D: Eu sempre estou pronta.
M: Então você começa depois de mim.
D: Não, você que começa depois de mim.

Final do vídeo: 
M: Sabe, seu espanhol é muito bom!
D: Marco, isso era português!

Bom, vamos aos principais personagens.

Capitão Hank Murphy: O capitão é o personagem mais engraçado da série. Ele é insano. Adora dirigir seu carrinho pelos setores e infernizar a vida dos tripulantes com suas ideias mirabolantes. Por conta de seu trauma infantil, não é bom enfurecê-lo. Hank adora fazer qualquer coisa, menos executar o seu cargo. Ele adora fazer coisas ilegais, como uma rádio pirata por exemplo.

Débora Branca: Ela é loira e é incluída no famoso e estúpido estereótipo de “loira burra e gostosa”. Tem a mania de sempre mostrar os seios e teve um rápido affair com o capitão Hank e com o Joaquim.

Dr. Joaquim: O único homem negro da série. É o mais inteligente e racional. Tem 5 doutorados na área de Ciências e diversas patentes. Sempre tenta aconselhar Hank quando este faz algo bizarro ou que põe em risco o Sealab, mas é ignorado pelo capitão. No ep. "Eu, Robô", descobrimos que ele fez uma cirurgia contra um tumor e então ele vira um ciborgue. Além de Hank, também teve um caso com Débora Branca.

Débora Negra: É a personagem mais velha da série e a única negra. É a professora dos órfãos e tem muito orgulho de ser negra. Ela raramente aparece na série.

Faísca: O mais preguiçoso. Em um primeiro momento, imaginei que ele fosse cadeirante. Mas é apenas preguiçoso porque ele nunca levanta da sua cadeira. É racional, porém menos que o Dr. Joaquim e tenta sempre aconselhar (sem sucesso) Hank. Faísca é claustrofóbico e tem uma sede muito grande por dinheiro. Muito grande mesmo, sendo capaz de matar para ter muita, muita grana. E nisso, ele perde sua racionalidade.

Marco Rodrigo Diaz de Vivar Gabriel Garcia Marquez: O estereótipo de latino. Marco é musculoso e se considera um Don Juan. Só que ele não consegue conquistar nenhuma das Déboras (as únicas mulheres). Ele é o engenheiro da tripulação. E adora mostrar seu corpo, rasgando seu macacão igual ao Hulk, nas horas mais improváveis.

Tempestade: O ser menos inteligente. Apesar de ser boa pinta, ele sempre perde a oportunidade de ficar calado. O personagem mais sem sentido e mais falastrão.
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#6 – Querido Diário: Dando um tempo do Facebook.


Confesso que eu deveria ter feito este texto no word antes de passar para cá. Mas hoje, farei o contrário. Sabe quando o texto pede pra sair de qualquer maneira? Bem, é o caso desse...

Há uns seis meses ou até menos, se alguém me perguntasse se eu um dia iria desistir do Facebook, bom... Eu iria rir na cara da pessoa! Simples assim. Eu era realmente viciada em entrar na rede social, seja no celular, no computador, na minha casa, na casa dos outros. Enfim, sempre arrumava um jeito de poder acessar o site. Mesmo que não tivesse uma mísera atualização interessante. Por muitas vezes, eu apenas passava o olho pela linha do tempo, apenas para alimentar o meu vício. Acredito que saiba do que estou falando. Desde o finado orkut eu nunca saí das redes sociais. 

Ok que nunca cheguei a ter um perfil lotado. Por algum motivo me dava um rompante e eu simplesmente deletava e fazia um perfil novo. Adicionava as mesmas pessoas e zás! Virou um ciclo meio vicioso até o final do orkut, na verdade nem tanto no final, [momento drama queen on] mas quando ele dava seus últimos suspiros cansados [/momento drama queen off] e eu migrei para o Facebook. Como período de adaptação eu não entrava tanto, não tinha muitos conhecidos que estavam lá. Até o belo dia que o Orkut finalmente foi desativado e começou o meu vício no Facebook.

No início foi aquele frenesi, adicionar pessoas conhecidas ou não, queria saber como o próprio site funcionava. Até que isso começou a virar recorrente demais. Como disse no parágrafo mais acima, quando pude adquirir um celular com uma versão compatível para poder acompanhar o feed de notícias, o vício começou. Mesmo se tivesse algo interessante ou não, eu estava lá vendo o que estava acontecendo. Só que depois de uns longos dois anos - um pouco mais - nessa rotina direto, isso me cansou. E há várias razões para isso ter acontecido. Citarei a principal!

Problemas. O facebook virou um ambiente extremamente tóxico para mim. Para todo o lado, eram discussões - não, não participava da maioria - que no final só traziam mais dissabores. E isso começou a virar um ciclo vicioso. Todo santo dia havia um comentário, uma publicação que começou a me fazer mal. E cheguei ao ponto de sair daquele mundo. Me deixa muito triste ver até que ponto as coisas estão chegando nas redes sociais. O que mais vejo é ódio gratuito, principalmente direcionado a grupos que não tinham muita voz (eu pertenço a duas: mulher e negra). Além que isso não acrescentava muita coisa na minha vida. E geralmente rola de desapegar né? Energia parada ou concentrada em algo que só nos deixa pra baixo, não é legal.

Claro que não irei ignorar que para um monte de pessoas o Facebook ainda é uma rede que funciona, que ainda há uma ponta de esperança em meio a tanta toxicidade. Mas sinceramente? Foi a melhor coisa que fiz. Confesso que fiz um segundo perfil, mais direcionado para o blog do que qualquer outra coisa. Devo reconhecer que o site ainda é uma ferramenta poderosíssima para divulgar o blog, mesmo que não seja o meu objetivo principal. Mas aquela paixão ardente terminou. E não, não me arrependo de ter desativado rs. Enfim, é isso. Um desabafo que precisava sair.

Beijo, até mais.


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#5 - Análise Literária apresenta... Kenobi!


Olá pessoal, tudo bem? Mais uma estreia de categoria no blog. Amo ler e por isso apresento a vocês... Análise Literária, uma tag onde falarei sobre os livros que li. Não chamaria de resenha propriamente dita, é mais meu ponto de vista sobre determinado livro. E introduzo vocês a Kenobi, espero que curtam! PODE CONTER SPOILERS!

A sinopse do livro trata-se:
A República foi destruída, e agora a galáxia é governada pelos terríveis Sith. Obi-Wan Kenobi, o grande cavaleiro Jedi, perdeu tudo... menos a esperança. Após os terríveis acontecimentos que deram fim à República, coube ao grande mestre Jedi Obi-Wan Kenobi a missão de proteger aquele que pode ser a última esperança da resistência ao Império. Vivendo entre fazendeiros no remoto e desértico planeta Tatooine, nos confins da galáxia, o que Obi-Wan mais deseja é manter-se no completo anonimato e, para isso, evita o contato com os moradores do local. No entanto, todos esses esforços podem ser em vão quando o “Ben Maluco”, como o cavaleiro passa a ser conhecido, se vê envolvido na luta pela sobrevivência dos habitantes de um oásis esquecido no meio do deserto e em seu conflito contra o perigoso Povo da Areia.

Quando conheci Star Wars, há um tempo aí, nunca imaginaria que viraria uma “monstra caçadora” de coisas sobre a Saga. Foi literalmente amor à primeira vista. E por causa deste amor, me deparei com uma bibliografia do Universo Expandido da Saga. E assim, eu recebi de presente do player 2, o livro Kenobi. Da editora Aleph, o livro tem 528 páginas e a primeira impressão que tive depois de ler Kenobi foi: que livro gostoso! Portanto, não se assuste com a grossura. John Jackson Miller, autor do livro, faz com que a narrativa seja de fácil assimilação e que o leitor consiga se sentir inserido na trama.

Algo que devo esclarecer é que a trama é ambientada entre “A Vingança dos Sith” (2005) e “Uma Nova Esperança” (1977). Não considero necessariamente obrigatório você ver os dois filmes, mas para entender o que se passa em Kenobi, é uma ótima sugestão. Nele conhecemos um Obi-Wan Kenobi mais novo e que ainda está muito assustado com o que aconteceu com seu pupilo, Anakin Skywalker a.k.a. Darth Vader. E agora é alguém que se sente muito responsável pela vida que ele tem nas mãos, um tal de Luke Skywalker, filho desse tal de Anakin e a Rainha Padmé. Dizem por aí que esse bebê é a esperança da Galáxia. ;)

O cenário de Kenobi é a famosa Tattooine, com seus famosos dois sóis. Porém, com o livro eu pude me aprofundar neste planeta desértico, mostrado principalmente no primeiro filme. Obi-Wan transforma-se em Ben, um eremita que ninguém sabe de onde veio e nem para onde vai. Ele tenta ser o mais discreto possível, porém a sua discrição atrai a atenção de um local chamado Pika Oásis. E é neste lugar que a maior parte da trama é concentrada.

Além da bela história, a parte física do livro ajuda ainda mais a mergulhar na história. Olha esse landspeeder que serve como 'capa' para todo o capítulo!
Como explicado no começo deste post, Kenobi trata-se do Universo Expandido de Star Wars. Ou seja, todos os personagens, INFELIZMENTE, não existem nos filmes. Eles adicionariam uma carga interessante a obra. Dou destaque a: Annileen Calwell, Orrin Gault, A’Yark, do famoso Povo da Areia, mais conhecido como Olho de Rolha. É neles que a trama é muito bem desenvolvida e John Jackson, o autor, fez com que eu me envolvesse de tal forma, que eu praticamente “devorei” em dias.

Outro ponto legal do livro é ver de certa forma, o amadurecimento do Jedi. No início do livro ele ainda está bastante confuso e triste pela forma como tudo rolou. Ele se sente fracassado por tudo que aconteceu com Anakin a.k.a. Darth Vader, afinal ele era o responsável pelo jovem padawan. Ao decorrer do livro e das aventuras que vive em Pika Oásis, me deu a impressão que ele vai aos poucos, se perdoando e crescendo também na Força. Não é à toa que no quarto filme, ele é alguém bastante experiente.

Mais uma sugestão e prometo que é a última! A galáxia de Star Wars é gigantesca, então por muitas vezes, confesso ter dado umas “googleadas” para saber qual espécie ele estava falando. Algumas eu conhecia de nome, mas a grande maioria eu tive que ler algumas vezes. Eu fiz isso, pois ainda me considero bastante novata, e me ajudou bastante a mergulhar mais ainda na história. E admito que com outros livros da saga – que ganharão resenha aqui no blog também – eu fiz a mesma coisa.


E basicamente foi isso que achei do livro. Novamente, lamento muito que este faça parte apenas da série Legends – ou seja, não é parte do Universo Oficial – porque é uma história que com certeza daria um ótimo filme. Além do protagonista, todos os outros personagens são tão interessantes quanto ele e enriquecem demais a história. Indico muito esse livro a quem acabou de conhecer a saga e também a quem já conhece há bastante tempo. 
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#4 - Doses Textuais... Marge e Johnny.

Olá pessoal, tudo bem? Então este texto que postarei agora ele é do meu antigo blog, o meu (não!) incrível mundo, e é datado de 2012. Às vezes republicarei alguns posts antigos seja por identificação, seja por ainda gostar do tema. Entretanto não farei como no blog anterior, onde programava determinado post e sumia! Dessa vez será mais aleatório, esporádico! Enfim, espero que curtam! Não sou escritora, mas às vezes o lado criativo faz morada e já sabem né... Para isso criei a categoria/tag "Doses Textuais" que terão algumas histórias criadas por mim. Enjoy!
Vou lhes contar a história de Margarida e João. É uma história clichê então, não se assuste ou surpreenda-se. Ele era um simples publicitário e ela uma jornalista. Se conheceram na faculdade, no longe ano de 1985, tempo de Diretas Já! Ambos já terminavam e estavam entusiasmadíssimos para começar a trabalhar, afinal tinham um momento histórico para falar, dissertar, publicar e promover. 

João, ou carinhosamente apelidado de Johnny pelos colegas, olhava às vezes para Margarida, mas a menina era tão distraída que só tinha olhares para manchetes e pesquisas sobre a quase extinta ditadura. Isso frustrava muito o menino, oras e o distraía também. Muitas vezes era chamado a atenção nas aulas por pensar na menina de tez morena e olhos mel que se destacavam. Os seus amigos o zoavam, o chamando de Sr. Margarido e até de Pato Donald, onde já se viu? 

Já Margarida, era completamente diferente. Só pensava em querer trabalhar e ir à televisão pra fazer o orgulho de sua mãe, Hortência. Quase sempre suas amigas a cutucavam e falavam de um tal menino de pele branca e olhos castanhos-esverdeados que a olhava como se fosse o mais belo dos oásis.

Margarida, ou melhor dizendo Marge, que virou a "Mamãe Simpson" por um dia ter pintado o cabelo de azul e chocado a todos, sempre dizia que era besteira delas. que nenhum garoto a olharia e outros blá-blás que as colegas logo cortavam-lhe dizendo que era melhor olhar para os lados e se surpreenderia! 

O tempo passou... passou... passou... a formatura estava perto, as novas eram que as turmas eram feitas de publicitários e jornalistas, prontos para mudar o mundo e promover ideias! E algo inédito aconteceu: as duas "filhas" de Comunicação Social resolveram fazer um baile à la Estados Unidos, com Rei e Rainha do Baile e os balangandãs vistos sempre em muitos filmes da época. Margarida não queria ir. João muito menos quando soube por "tititis" que Marge não iria. Mas algo aconteceu! O Destino, resolveu dar a sua intrometida na história.

Marge havia contado a sua mãe sobre o baile com um eventual desânimo e a jovem senhora disse:
- E por que você não iria, filha?
- Mãe, eu tenho que me focar em conseguir emprego e ir para a televisão. Não me preocupar com bailes.

Hortência olhou para a filha com tristeza, não queria que ela perdesse algo tão incrível. E além disso, seus sentidos de mãe lhe diziam que algo surpreendente aconteceria. Aos poucos, conseguiu convencer a filha de  ir ao bendito baile. O tempo passou... passou... passou... e o dia da festa chegou. O tema? Grandes ícones da História. Uma urna para que todos votassem no Rei e Rainha do Baile encontrava-se na entrada do local! 

O grupinho de Marge combinou de se fantasiar de Marilyn Monroe. Por coincidência Johnny e seus amigos se fantasiaram de Joe DiMaggio. (Mas podem ficar tranquilos que não haverá separações ou algo do tipo!) Quando o rapaz viu a moça tão deslumbrante parecia que seu coração iria parar de tanta felicidade. Inclusive foi um custo os amigos o convencerem a ir para a festa! 

E a festa passou com alegria. Os formandos constantemente tiravam fotos, riam, davam uma bebericadinha aqui e ali. Até que a grande hora chegou. Quem seriam os reis daquele lugar? Muito suspense cercava. Os ganhadores foram anunciados! Surpresa geral! Lhe dou um doce se adivinhar...

Margarida e João subiram ao palco sendo ovacionados e ambos ficaram surpresos. Se podia ver que eles eram o casal perfeito. Depois das entregas das coroas, eles fizeram a primeira dança ao som de Duran Duran, banda preferida de Marge. Não havia dito que o Destino iria dar uma intrometida na história? Aquela primeira dança foi o estopim de tudo. 

Marge nunca havia notado de quão Johnny era lindo: a mandíbula em traço forte, o sorriso que (estranhamente) lhe trazia paz, os olhos verdes-jade que pareciam ver o fundo de sua alma. O olhar de um menino. Estava assustada de como em todo o tempo, nunca havia notado.

Johnny estava, se fosse mais possível, apaixonado por aquela moça tímida e determinada. Seu coração inchava mais e mais de amor e adoração por aquela pequena e sentiu que era o momento certo de se declarar!
- Sabe Margarida, eu sempre fui apaixonado por você. Acho que desde o primeiro dia ou segundo quando eu bati meus olhos em você, eu soube... Eu acho que o Destino reserva algo muito bom para nós...

Marge sempre tão reservada fez algo que nunca iria imaginar e ainda iria condenar, talvez, quem o fizesse. Tascou um beijo curto, mas que chamou a atenção e os aplausos de todos que estavam ali. Johnny aprofundou o beijo e procurou transmitir todo o amor que sentia por aquela garota. Até que ouviram um "arranjem uma cama"! 

Envergonhados, saíram do centro da pista de dança. Sentaram-se e trocaram mais beijos, procurando se conhecer mais. Marge viu que se completava em Johnny e Johnny viu que se completava em Marge. Um começo de uma história de amor, clichê, mas muito bonita começava ali.

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#3 – Querido Diário: Aquele tipo de texto que é difícil pra caramba de escrever.


Esse é o primeiro texto do tipo mais pessoal possível. E como descrevi no título, é o mais difícil. Não é fácil ainda – e hoje não reluto em admitir – me abrir, principalmente na internet, onde muitas vezes este território é “terra sem lei”. Mas bem, eu tenho um blog e ainda cultivo aquele sentimento de que isso aqui é uma espécie de diário: a diferença é que gente do mundo todo pode abrir este texto, traduzi-lo para o idioma natal e ler. E não vou mentir, isso me amedronta às vezes e por isso, surge uma insegurança em mim que me faz travar e não escrever nada. Porém, olha só que legal, eu já consegui escrever um parágrafo! Yaaaaay!

Bem, agora chego ao meu objetivo, de fato. Acabei de falar sobre insegurança e só deus sabe como isso me põe para baixo às vezes. Por muito tempo, e isso acabou refletindo nos meus outros blogs, eu muitas vezes pensava em um texto, mas não acabava por postá-lo. E às vezes era um texto bastante bobo, sobre um assunto nem tão sério assim. Mas eu não postava, na verdade nem chegava a escrever. E hoje vendo com mais clareza, era a minha insegurança tomando a frente.

E eu comecei a refletir sobre isso, e principalmente, como aos poucos a minha maneira, estou tentando não ser atingida por este medo irracional. Aquele medo bastante conhecido, o medo “o que o outro vai achar de mim?”. E sem querer, pensando agora, algumas coisas que aconteceram na minha vida estão me ajudando com isso. Pode ser banal para a maioria das pessoas, mas é importante para mim e me ajuda a não me inferiorizar tanto.

Se eu pudesse colocar em uma linha do tempo, essa minha luta contra a insegurança com certeza começou em 2015. Terá um post mais a frente exclusivamente sobre esse fator-chave da minha vida. Mas só de ter conseguido escrever estas linhas é uma grande vitória para mim, enquanto blogueira, enquanto futura jornalista. E isso serve de aviso caso fique um tempo sem postar, mas prometo tanto a mim quanto a você, queridx leitor que eu me esforçarei o máximo. 

Até a próxima!
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#2 - Pode ouvir sem medo! apresenta... Jorn Lande!


Toda vez que tenho um blog, bem, eu tenho que falar de música. Se pudesse ouviria em alto e bom som, o dia inteiro. E para inaugurar essa minha paixão aqui no blog, na maioria das vezes, quando eu for falar de uma banda em específico, agora existe uma categoria chamada “Pode ouvir sem medo”, com as minhas músicas favoritas em uma playlist do Youtube ou Spotify. Também será válida para playlist com várias músicas.

Há muito tempo pretendia falar desse cantor, que é o Jorn Lande. Norueguês, ele é considerado um dos melhores cantores da atualidade. A primeira vez que ouvi falar dele foi em meados de 2010, por aí. E lembro que o primeiro contato foi no programa da PlayTV, o PlayHit, onde eles fazem uma espécie de “clipe” com trailers de vários jogos. A música era Soulburn, do Masterplan. Além de ter me encantado pela melodia, a voz do vocalista – que naquela época, não sabia o nome ainda – me chamou demais a atenção.

Fiquei ouvindo horas a fio e fui pesquisar um pouco mais no Youtube. Ainda não tinha o hábito de baixar discos completos. Nisso outra música chamou a minha atenção que foi Enlighten Me. E foi, a partir daí que aquela voz ganhou um nome. Ao longo dos anos, eu fui descobrindo mais do Jorn. E o que acabei percebendo foi que a voz dele além de potente é bastante versátil no meio do hard rock e metal. E por isso, ele é chamado a vários projetos. 

Jorn participou do Ayreon, projeto de Arjen Lucassen e do Avantasia de Tobias Sammett, do Free Fall que é um projeto solo de Magnus Karlsson (guitarrista do Primal Fear). Ele faz parte do supergrupo – também projeto de Karlsson – Allen/Lande, onde divide os vocais com o vocalista do Symphony X, Russell Allen. Já fez parte das bandas Ark, Masterplan, Millenium, The Snakes e Vagabond. E em meio a tudo isso, Jorn também tem uma carreira solo bastante sólida. Gravou doze cds, incluindo um belo tributo a Ronnie James Dio (Dio, ex-Black Sabbath, Rainbow, Elf e Heaven and Hell).

Ok, já falei demais! Vamos a parte mais importante: as músicas! Escolhi dezoito e digo que foi difícil! Quero demonstrar a vocês, a versatilidade que Jorn tem e por isso, escolhi músicas em vários estilos e de quase todos os projetos e bandas que ele já fez parte. Selecionei as que mais ouço e já dá para ter uma ideia do que falei mais acima. Espero que quem ouvir, se encante tanto quanto me encantei pelo Jorn! Vale muito a pena! Até a próxima!

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#1 – Bem vindx a minha admirável inconstância!



Tem sido um longo caminho até aqui ou the Road So Far... - quem entendeu, um beijo e um queijo. -Confesso que pensei em fazer novamente um texto de recomeço, mas preferi manter as coisas mais simples. Enfim, um “novo” blog! Com minhas idas e vindas da blogosfera, vários pensamentos de nomes e de conteúdos para trazer para cá, acredito que um texto de "olha, tô começando de novo", seria chato.

Então resolvi mudar e trazer esta necessidade de mudança para o blog. Lembro que desde o Orkut, sempre me considerei inconstante e de certa forma, eu gosto disso. Ok que deveria usar isso em todas as áreas da minha vida com a devida moderação, claro. Mas na blogosfera, sempre houve essa necessidade de mudar, independente do motivo.

E nisso, infelizmente, alguns blogs foram pro ralo. O anterior foi um deles. A minha estratégia de reviver posts antigos ao programa-los para determinada data, por fim, não me pareceu atraente. Ao meu ver, me parecia mais má vontade de postar. Porém a ideia de reviver alguns destes posts ainda me interessa, mas farei uma revisão, antes de postá-los. Eu mudei e tinham alguns assuntos que não cabem a pessoa que sou hoje. Ou assuntos que ficaram velhos demais

Como podem observar, o layout continua o mesmo. Eu realmente gosto dele e não pretendo modifica-lo. Essa junção de roxo e azul, me faz gostar demais. Mas agora decidi voltar. Com um novo nome. Admirável Inconstância. E é isso aí. Até a próxima!
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