Querido Diário: Aquele tipo de texto que é difícil pra caramba de escrever.


Esse é o primeiro texto do tipo mais pessoal possível. E como descrevi no título, é o mais difícil. Não é fácil ainda – e hoje não reluto em admitir – me abrir, principalmente na internet, onde muitas vezes este território é “terra sem lei”. Mas bem, eu tenho um blog e ainda cultivo aquele sentimento de que isso aqui é uma espécie de diário: a diferença é que gente do mundo todo pode abrir este texto, traduzi-lo para o idioma natal e ler. E não vou mentir, isso me amedronta às vezes e por isso, surge uma insegurança em mim que me faz travar e não escrever nada. Porém, olha só que legal, eu já consegui escrever um parágrafo! Yaaaaay!

Bem, agora chego ao meu objetivo, de fato. Acabei de falar sobre insegurança e só deus sabe como isso me põe para baixo às vezes. Por muito tempo, e isso acabou refletindo nos meus outros blogs, eu muitas vezes pensava em um texto, mas não acabava por postá-lo. E às vezes era um texto bastante bobo, sobre um assunto nem tão sério assim. Mas eu não postava, na verdade nem chegava a escrever. E hoje vendo com mais clareza, era a minha insegurança tomando a frente.

E eu comecei a refletir sobre isso, e principalmente, como aos poucos a minha maneira, estou tentando não ser atingida por este medo irracional. Aquele medo bastante conhecido, o medo “o que o outro vai achar de mim?”. E sem querer, pensando agora, algumas coisas que aconteceram na minha vida estão me ajudando com isso. Pode ser banal para a maioria das pessoas, mas é importante para mim e me ajuda a não me inferiorizar tanto.

Se eu pudesse colocar em uma linha do tempo, essa minha luta contra a insegurança com certeza começou em 2015. Terá um post mais a frente exclusivamente sobre esse fator-chave da minha vida. Mas só de ter conseguido escrever estas linhas é uma grande vitória para mim, enquanto blogueira, enquanto futura jornalista. E isso serve de aviso caso fique um tempo sem postar, mas prometo tanto a mim quanto a você, queridx leitor que eu me esforçarei o máximo. 

Até a próxima!

Pode ouvir sem medo! apresenta... Jorn Lande!


Toda vez que tenho um blog, bem, eu tenho que falar de música. Se pudesse ouviria em alto e bom som, o dia inteiro. E para inaugurar essa minha paixão aqui no blog, na maioria das vezes, quando eu for falar de uma banda em específico, agora existe uma categoria chamada “Pode ouvir sem medo”, com as minhas músicas favoritas em uma playlist do Youtube ou Spotify. Também será válida para playlist com várias músicas.

Há muito tempo pretendia falar desse cantor, que é o Jorn Lande. Norueguês, ele é considerado um dos melhores cantores da atualidade. A primeira vez que ouvi falar dele foi em meados de 2010, por aí. E lembro que o primeiro contato foi no programa da PlayTV, o PlayHit, onde eles fazem uma espécie de “clipe” com trailers de vários jogos. A música era Soulburn, do Masterplan. Além de ter me encantado pela melodia, a voz do vocalista – que naquela época, não sabia o nome ainda – me chamou demais a atenção.

Fiquei ouvindo horas a fio e fui pesquisar um pouco mais no Youtube. Ainda não tinha o hábito de baixar discos completos. Nisso outra música chamou a minha atenção que foi Enlighten Me. E foi, a partir daí que aquela voz ganhou um nome. Ao longo dos anos, eu fui descobrindo mais do Jorn. E o que acabei percebendo foi que a voz dele além de potente é bastante versátil no meio do hard rock e metal. E por isso, ele é chamado a vários projetos. 

Jorn participou do Ayreon, projeto de Arjen Lucassen e do Avantasia de Tobias Sammett, do Free Fall que é um projeto solo de Magnus Karlsson (guitarrista do Primal Fear). Ele faz parte do supergrupo – também projeto de Karlsson – Allen/Lande, onde divide os vocais com o vocalista do Symphony X, Russell Allen. Já fez parte das bandas Ark, Masterplan, Millenium, The Snakes e Vagabond. E em meio a tudo isso, Jorn também tem uma carreira solo bastante sólida. Gravou doze cds, incluindo um belo tributo a Ronnie James Dio (Dio, ex-Black Sabbath, Rainbow, Elf e Heaven and Hell).

Ok, já falei demais! Vamos a parte mais importante: as músicas! Escolhi dezoito e digo que foi difícil! Quero demonstrar a vocês, a versatilidade que Jorn tem e por isso, escolhi músicas em vários estilos e de quase todos os projetos e bandas que ele já fez parte. Selecionei as que mais ouço e já dá para ter uma ideia do que falei mais acima. Espero que quem ouvir, se encante tanto quanto me encantei pelo Jorn! Vale muito a pena! Até a próxima!

Bem vindx a minha admirável inconstância!



Tem sido um longo caminho até aqui ou the Road So Far... - quem entendeu, um beijo e um queijo. -Confesso que pensei em fazer novamente um texto de recomeço, mas preferi manter as coisas mais simples. Enfim, um “novo” blog! Com minhas idas e vindas da blogosfera, vários pensamentos de nomes e de conteúdos para trazer para cá, acredito que um texto de "olha, tô começando de novo", seria chato.

Então resolvi mudar e trazer esta necessidade de mudança para o blog. Lembro que desde o Orkut, sempre me considerei inconstante e de certa forma, eu gosto disso. Ok que deveria usar isso em todas as áreas da minha vida com a devida moderação, claro. Mas na blogosfera, sempre houve essa necessidade de mudar, independente do motivo.

E nisso, infelizmente, alguns blogs foram pro ralo. O anterior foi um deles. A minha estratégia de reviver posts antigos ao programa-los para determinada data, por fim, não me pareceu atraente. Ao meu ver, me parecia mais má vontade de postar. Porém a ideia de reviver alguns destes posts ainda me interessa, mas farei uma revisão, antes de postá-los. Eu mudei e tinham alguns assuntos que não cabem a pessoa que sou hoje. Ou assuntos que ficaram velhos demais.

Como podem observar, o layout continua o mesmo. Eu realmente gosto dele e não pretendo modifica-lo. Essa junção de roxo e azul, me faz gostar demais. Mas agora decidi voltar. Com um novo nome. Admirável Inconstância. E é isso aí. Até a próxima!

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