Adorável Entretenimento: Sealab 2021.

Da  esquerda para a direita: Faísca, Joaquim, Débora Negra, Marco, Débora Branca, Capitão Hank Murphy e Tempestade.

Iniciando mais uma categoria aqui no blog! Essa se chama Adorável Entretenimento e chamarei assim porque será destinada a desenhos, séries e filmes. Nessa tag também terão análises, pequenos históricos. Enfim, você verá de acordo com o tempo. Revivo aqui uma postagem sobre uma animação chamada Laboratório Submarino. Espero que curta!

Hoje trago um dos desenhos mais nonsense e divertidos que eu já vi. O Laboratório Submarino 2021, ou SeaLab 2021, em inglês. Então, o que há de tão especial neste desenho para eu vir falar sobre? O Laboratório Submarino 2021 fez parte do extinto Adult Swim.
O que foi o Adult Swim?
Bloco do canal Cartoon Network que durou de 2005 a 2008. Costumava transmitir desenhos com tema e linguagem mais adultas nas madrugadas de sábado e domingo. Além do Laboratório Submarino, outras animações também ganharam destaque. São elas: Frango Robô, Space Ghost Costa a Costa e Aquateen: O Esquadrão Força Total. Em 2015, o bloco volta para a televisão por grande apelo do público. Hoje é transmitido no canal a cabo TBS também nas madrugadas, porém com uma duração menor.
O Laboratório Submarino 2021 é criação das produtoras 7030 e Willian Street. Porém utilizaram uma série já existente, o Sealab 2020, que era uma produção dos anos 70 criada pela famosa dupla Hanna-Barbera. Mas esta animação era pouco conhecida e tinha o objetivo de conscientizar sobre a vida marinha e prevenção à poluição dos mares e oceanos.

Porém um ano se passa, eles chegam ao ano 2021 e eles enlouquecem. Com esse pretexto é criada a animação. Então começaram a deixar de lado a ecologia e começaram a fazer projetos estúpidos com atitudes mais estúpidas ainda. E essa é a graça do desenho, porque são atitudes tão sem sentido que acabam sendo engraçadas. Uma das maiores características da série era a grande aversão à continuidade: quase todo final de episódio, por alguma razão o laboratório explodia. No episódio seguinte, estava lá inteiro de novo. Como se nada tivesse acontecido.

A animação também ficou conhecida pela paródia de “Águas de Março” interpretada pelos saudosos Tom Jobim e Elis Regina com os personagens Débora e Marco, dublando os artistas. Essa parte era transmitida nos comerciais do Adult Swim. Deixarei o vídeo abaixo.


Legenda das falas (tentei contextualizar)
Início do vídeo:
Marco: - É muito bom estar de volta!
Débora: - É! É bom te ter de volta!
M: Está pronta para cantar?
D: Eu sempre estou pronta.
M: Então você começa depois de mim.
D: Não, você que começa depois de mim.

Final do vídeo: 
M: Sabe, seu espanhol é muito bom!
D: Marco, isso era português!

Bom, vamos aos principais personagens.

Capitão Hank Murphy: O capitão é o personagem mais engraçado da série. Ele é insano. Adora dirigir seu carrinho pelos setores e infernizar a vida dos tripulantes com suas ideias mirabolantes. Por conta de seu trauma infantil, não é bom enfurecê-lo. Hank adora fazer qualquer coisa, menos executar o seu cargo. Ele adora fazer coisas ilegais, como uma rádio pirata por exemplo.

Débora Branca: Ela é loira e é incluída no famoso e estúpido estereótipo de “loira burra e gostosa”. Tem a mania de sempre mostrar os seios e teve um rápido affair com o capitão Hank e com o Joaquim.

Dr. Joaquim: O único homem negro da série. É o mais inteligente e racional. Tem 5 doutorados na área de Ciências e diversas patentes. Sempre tenta aconselhar Hank quando este faz algo bizarro ou que põe em risco o Sealab, mas é ignorado pelo capitão. No ep. "Eu, Robô", descobrimos que ele fez uma cirurgia contra um tumor e então ele vira um ciborgue. Além de Hank, também teve um caso com Débora Branca.

Débora Negra: É a personagem mais velha da série e a única negra. É a professora dos órfãos e tem muito orgulho de ser negra. Ela raramente aparece na série.

Faísca: O mais preguiçoso. Em um primeiro momento, imaginei que ele fosse cadeirante. Mas é apenas preguiçoso porque ele nunca levanta da sua cadeira. É racional, porém menos que o Dr. Joaquim e tenta sempre aconselhar (sem sucesso) Hank. Faísca é claustrofóbico e tem uma sede muito grande por dinheiro. Muito grande mesmo, sendo capaz de matar para ter muita, muita grana. E nisso, ele perde sua racionalidade.

Marco Rodrigo Diaz de Vivar Gabriel Garcia Marquez: O estereótipo de latino. Marco é musculoso e se considera um Don Juan. Só que ele não consegue conquistar nenhuma das Déboras (as únicas mulheres). Ele é o engenheiro da tripulação. E adora mostrar seu corpo, rasgando seu macacão igual ao Hulk, nas horas mais improváveis.

Tempestade: O ser menos inteligente. Apesar de ser boa pinta, ele sempre perde a oportunidade de ficar calado. O personagem mais sem sentido e mais falastrão.
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#6 – Querido Diário: Dando um tempo do Facebook.


Confesso que eu deveria ter feito este texto no word antes de passar para cá. Mas hoje, farei o contrário. Sabe quando o texto pede pra sair de qualquer maneira? Bem, é o caso desse...

Há uns seis meses ou até menos, se alguém me perguntasse se eu um dia iria desistir do Facebook, bom... Eu iria rir na cara da pessoa! Simples assim. Eu era realmente viciada em entrar na rede social, seja no celular, no computador, na minha casa, na casa dos outros. Enfim, sempre arrumava um jeito de poder acessar o site. Mesmo que não tivesse uma mísera atualização interessante. Por muitas vezes, eu apenas passava o olho pela linha do tempo, apenas para alimentar o meu vício. Acredito que saiba do que estou falando. Desde o finado orkut eu nunca saí das redes sociais. 

Ok que nunca cheguei a ter um perfil lotado. Por algum motivo me dava um rompante e eu simplesmente deletava e fazia um perfil novo. Adicionava as mesmas pessoas e zás! Virou um ciclo meio vicioso até o final do orkut, na verdade nem tanto no final, [momento drama queen on] mas quando ele dava seus últimos suspiros cansados [/momento drama queen off] e eu migrei para o Facebook. Como período de adaptação eu não entrava tanto, não tinha muitos conhecidos que estavam lá. Até o belo dia que o Orkut finalmente foi desativado e começou o meu vício no Facebook.

No início foi aquele frenesi, adicionar pessoas conhecidas ou não, queria saber como o próprio site funcionava. Até que isso começou a virar recorrente demais. Como disse no parágrafo mais acima, quando pude adquirir um celular com uma versão compatível para poder acompanhar o feed de notícias, o vício começou. Mesmo se tivesse algo interessante ou não, eu estava lá vendo o que estava acontecendo. Só que depois de uns longos dois anos - um pouco mais - nessa rotina direto, isso me cansou. E há várias razões para isso ter acontecido. Citarei a principal!

Problemas. O facebook virou um ambiente extremamente tóxico para mim. Para todo o lado, eram discussões - não, não participava da maioria - que no final só traziam mais dissabores. E isso começou a virar um ciclo vicioso. Todo santo dia havia um comentário, uma publicação que começou a me fazer mal. E cheguei ao ponto de sair daquele mundo. Me deixa muito triste ver até que ponto as coisas estão chegando nas redes sociais. O que mais vejo é ódio gratuito, principalmente direcionado a grupos que não tinham muita voz (eu pertenço a duas: mulher e negra). Além que isso não acrescentava muita coisa na minha vida. E geralmente rola de desapegar né? Energia parada ou concentrada em algo que só nos deixa pra baixo, não é legal.

Claro que não irei ignorar que para um monte de pessoas o Facebook ainda é uma rede que funciona, que ainda há uma ponta de esperança em meio a tanta toxicidade. Mas sinceramente? Foi a melhor coisa que fiz. Confesso que fiz um segundo perfil, mais direcionado para o blog do que qualquer outra coisa. Devo reconhecer que o site ainda é uma ferramenta poderosíssima para divulgar o blog, mesmo que não seja o meu objetivo principal. Mas aquela paixão ardente terminou. E não, não me arrependo de ter desativado rs. Enfim, é isso. Um desabafo que precisava sair.

Beijo, até mais.


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