Pop Funko: 12th Doctor!

Mais uma galeria de fotos. Para quem não sabe eu sou viciada em Doctor Who. Sim, aquela série britânica que tem quase 60 anos de existência. E sim, sobre um alienígena que viaja em uma nave disfarçada de cabine policial azul. E, por último, sim, aquela série onde este mesmo alien quando está prestes a morrer, ele se regenera, ganhando um novo rosto e uma nova personalidade. Um dia, falarei com mais atenção sobre essa série maravilhosa e que conquistou meu coração! 

Então, existem os Funkos: aqueles bonecos colecionáveis com uma cabeça grande. Existem várias linhas, como as de chaveiros, ursos de pelúcia. Mas a linha mais famosa é a Pop!, que contempla vários artistas, séries, desenhos animados, filmes. Por exemplo, Guns N' RosesStar Wars, Stranger Things e Doctor Who são alguns dos homenageados. Porém, se no exterior, eles são vendidos a preços razoavelmente baratos (15 dólares no site oficial), aqui no Brasil a história é outra: o preço mínimo é de 70 reais! 

Mas voltando, o player 2 a.k.a. meu namorado resolveu me presentear com um Pop Funko de Doctor Who. E o mais legal foi que ele me deu do meu Doctor favorito (até o momento): O 12th Doctor, interpretado pelo Peter Capaldi ou Capaldão para os íntimos.  O boneco representa o da nona temporada, onde - em minha humilde opinião - o Doctor do Capaldi me cativou de vez, além de ser o mais estiloso. Porém, chega de papo e vamos as fotos. Eu utilizei pisca-pisca (luzes de Natal) para dar o efeito de bokeh (desfoque) e incrementar a produção. Enjoy!









Sobre Guns n’ roses, sonho de adolescência e Rock in Rio.



Pois muito bem, eu fui no Rock in Rio. Nos milissegundos dos acréscimos eu estava lá, quando as circunstâncias eram completamente contrárias: Até então iria ver o show, que mais queria, pela televisão. Mas acredito que antes de chegar ao Rock in Rio e consequentemente ao show do Guns n’ Roses e minhas opiniões sobre, eu preciso voltar no tempo para poder explicar porque este show foi tão especial para mim. Então se prepara que o post será longo, acredito! E o post será tão longo que eu vou dividi-lo em partes para melhor aproveitamento da leitura e não ficar tão cansativo.

Portanto, este é a primeiro parte de talvez, 3 textos. Por que? Porque eu preciso explicar a minha paixão nos mínimos detalhes para chegar até o Rock in Rio. Então se prepara que terá um pouco de aventuras roqueiras nossa, péssimo nome! e como aqui é meu diário e deixo registrado as minhas memórias, eu quero fazer algo que eu vá ficar satisfeita mesmo que haja uma grande passagem de tempo!

Ah, eu colocarei os respectivos links para os textos nesta postagem na próxima semana, para não "poluir" a linha do tempo. Então caro leitor, fica ligado! :). Como aperitivo, colocarei a playlist que foi o setlist desse show inesquecível. Enjoy!




See ya!

Análise Literária: Black Sabbath – A biografia.



Para você que acabou de conhecer o blog, a categoria Análise Literária é o meu ponto de vista sobre livros que eu li. Não é exatamente uma crítica! E ah, pode conter spoilers no texto, mas calma que eu os destaco com uma cor mais clara. Bem, boa leitura!

Na semana pré-Bienal, eu me propus um desafio (e um pouco de vergonha na cara também): ler os três livros que comprei na Bienal de 2015. Por sorte, consegui ler todos a tempo. Eles são: Black Sabbath – A Biografia, AC/DC: A Biografia e o Manual do Império. O do AC/DC eu li há um bom tempo (um mês depois da Bienal) e pretendo trazer uma análise para o blog também. Mas vamos ao Black Sabbath!

Confesso logo no início desta análise, que não sou a maior fã da banda. Tenho um profundo respeito pela banda e pelo legado que criou. Sei o nome dos integrantes da formação clássica e de dois vocalistas que ficaram por mais tempo: Ronnie James Dio e Tony Martin. Por fim conheço as músicas mais famosas, como “Iron Man”, por exemplo. Então a maior parte das informações que o livro me passou foram inéditas.

Para quem não sabe Mick Wall, que é o autor da biografia, já escreveu outros livros sobre outros gigantes do rock como o Iron Maiden, Led Zeppelin e também sobre o AC/DC. Ele é o meu biógrafo favorito, então já foi um caminho mais fácil para ler sobre o Sabbath: a quantidade de informações que ele reúne são muito preciosas. São 360 páginas de puro deleite para quem deseja conhecer mais a fundo, o Sabbath. E a forma como ele escreve é incrível, pois consegue te transportar para a época em que se passou os fatos. Além disso, ele foi assessor, relações públicas da banda, então demonstra o profundo conhecimento que ele tem.

Britânicos do distrito de Aston em Birmighan, os integrantes da formação clássica, ou seja, Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward foram os “sobreviventes” de uma história onde o destino sempre quis colocar um ponto final contra as suas vontades. Principalmente as do Iommi. Eles eram os estranhos, os azarados. Se eles dependessem da mídia... Bem, a banda não sobreviveria com todo o ambiente hostil criado em torno deles.



Algo que me impressionou foi o grande rodízio de pessoas que passaram pela banda, ao todo foram 21 pessoas! Teve um momento em que apenas o Tony Iommi foi o membro original. Para ter noção até Ian Gillan e Glenn Hughes do Deep Purple passaram pelo Black Sabbath. Outro fato que chamou a minha atenção, foi como o Ozzy passa a ser o Ozzy que todos conhecemos (sim, o cara que comeu morcego), a partir do momento que ele está na carreira solo. Não que ele no Sabbath fosse um “ninguém”, mas a imagem mítica vem a partir dessa fase. Seria uma falha muito grande se o autor não desse destaque a isto. Por bem ou por mal, isso faz parte do que o Black Sabbath se tornaria após alguns acontecimentos.

Se eu posso eleger a parte favorita do livro, com toda certeza é a era Dio. Pode não ser a era favorita de 10 em 10 fãs da banda, mas ela tem uma importância vital. Sucessos como “Neon Knights”, “The Mob Rules” nasceram com o Sabbath, um fato que eu não sabia. – Na verdade, isso se deve de eu conhecer superficialmente a própria carreira do Dio. – Mas o vocalista foi o responsável para dar um norte a uma banda que estava muito perdida, após demitir Ozzy Osbourne e com dois discos que não foram muito bem aceitos pelos fãs. Tem um trecho que posto aqui, que foca nessa parte.

"A porra de um anão. (...) Não podem ter a porra de um anão à frente do Black Sabbath. Todos vão rir de vocês!" [...] O anão em questão era, na verdade, um dos vocalistas mais representativos do rock no final dos anos 1970. Alguém baixo em altura, mas alto na estatura, com uma voz que parece um leão rugindo e um impulso e ambição - e talentoso na composição - que iria conseguir o que parecia totalmente impossível naquele longo, quente e confuso (principalmente pela cocaína) verão de 1979, realmente recuperar o Black Sabbath, torná-lo maior e melhor do que antes. Seu nome era Ronnie James Dio e ele representava um futuro. Gostassem ou não Tony, Geezer e Bill..."

O Dio para o Sabbath e vice-versa foi tão importante que anos depois, Iommi decidiu formar o Heaven and Hell. Sucesso de crítica e público, infelizmente o projeto durou apenas quatro anos (2006 -2010), devido ao falecimento de Dio.

O Black Sabbath teve as famosas polêmicas como o “ocultismo inserido nas letras”, o vício em drogas e muitos outros obstáculos. Contudo, a banda conseguiu deixar o seu nome na História. Após ler todo o caminho que eles percorreram, eu sinto admiração pela banda que conseguiu sobreviver por 49 anos.


Well... The Road so Far?

Olá! Eu não vou começar com aquela ladainha de sumiços. Bem, oi! *risadas* 

Acredito que nunca fiz tanta justiça ao nome deste blog. São seis meses sem publicar absolutamente nada! A página do blog tem algumas curtidas que não faço a menor ideia de onde surgem. Enfim, oi! Eu poderia culpar a minha insegurança em escrever? Poderia! E ela foi a responsável por esse tempo todo sem escrever? Sim! E sem querer, percebo que estou dizendo as ladainhas da primeira frase. Peço desculpas por isso!

Mas vamos lá. Bateu saudade! E uma vontade gigante de mandar um foda-se para o meu bloqueio criativo! Por muito pouco quase deixo de lado o blog e vou para o Medium! Ou para o WordPress. Mas a questão de não poder deixar o layout do meu jeito, me afastou de escrever alguns textos nestas plataformas. O blogger pode ser o mais problemático possível, mas ainda nutro um carinho gigante. Eu tentei encontrar algum conforto no Twitter, no Tumblr também... Mas não é a mesma coisa! Blogger

Inclusive, o layout irá mudar porque algumas coisas mudaram em mim. Como quase todo mundo aqui, eu tenho um blog de testes, então não se assuste se ver cores novas (ou nem tanto) no design. Amo esse azul e roxo, mas not today Satan, not today! Outras coisas irão mudar, mas tenho que ver o que realmente quero fazer por aqui. Quero que o blog tenha cara de aconchego, um local onde eu e você, leitor, possamos nos sentir confortáveis. 

Falando na blogosfera... Eu me afastei de fato! E peço perdão as (poucas) blogueiras que costumava visitar. Voltarei a fazer isso com calma. É legal ler sobre o ponto de vista dos outros, sobre as mais variadas coisas que existem no Universo e sobre a vida. 

Eu pensei em atualizar mais sobre o que fiz, porém farei um post mais detalhado sobre isso. Então resolvi falar sobre a blogosfera basicamente neste post! Preciso ordenar meus pensamentos e também planejar melhor os próximos posts! Mas tenho algumas novidades legais para compartilhar! 

É isso, até a próxima,
Myrix!

Universo Alternativo - A História do meu Blog.


Olá pessoal, tudo bem? Espero que sim! Finalmente saímos de 2016! #GlorificadePé. E com 2017 chegando, quer dizer ele já chegou, a Jaque do blog 4sphyxi4 resolveu fazer um projeto de escrita para movimentar todos os blogs do grupo Universo Alternativo. E eu devo agradecer demais por isso. No dia 15 de todo o mês sempre vai rolar uma blogagem coletiva com temas diversos, onde nós, blogueirxs, dissertaremos sobre. O deste mês de janeiro será sobre a nossa história com a blogosfera, mas deixo aqui a lista completa.

Janeiro • A História do meu Blog
Fevereiro • O que aprendi com a blogosfera.
Março • Tudo aquilo que me inspira hoje.
Abril • 5 blogs que sigo e admiro! (Underground, please!)
Maio • Coleção de fotos que nunca publiquei.
Junho • Três postagens antigas favoritas.
Julho • Sobre meu estilo pessoal.
Agosto • Memórias da minha infância / adolescência.
Setembro • 10 coisas pelas quais sou grata!
Outubro • Sobre amores da minha vida.
Novembro • Vivendo na era digital.
Dezembro • O que este ano me ensinou?
Não garanto que será um post muito longo, mas vamos lá. Como a maior parte dos blogueiros, eu fui uma das pessoas que ainda teve o layout feito no Minima - e muitas pessoas utilizam como base para fazer layouts próprios - ou seja, eu sou meio antiga (para não dizer veiaca :P) na blogosfera. Na época sempre tive a pretensão de ter um blog que fosse um diário e confesso que também queria um pouco de... fama. Sabe, aquele bom e velho negócio de querer que todo mundo leia suas palavras, etc, etc. Isso era 2008. Tive muitos blogs nessa época, a maioria com trechos de músicas. O que talvez acarretaria em cobrança de direitos autorais. 

Os anos foram passando e finalmente em 2013, eu tive o blog que teve mais duração, mais posts até hoje. Ele se chamava O Meu (Não!) Incrível Mundo e por quase dois anos teve outro nome: Utopia NonGrata. Foi a partir dele que pude conhecer de verdade a blogosfera. Conheci várias pessoas legais enquanto postava nele. Lá eu falava sobre tudo. Além de ter oportunidades de ouro como participar do, hoje extinto, Boteco de Blogueiros. E foi nessa época que aquele sonho de ter um blog mais conhecido se fez presente. Eu entrei em diversos grupos para divulgar o blog, fiz fanpage. Mas um pouco depois do terceiro aniversário, eu desanimei por várias razões: tcc, faculdade no geral, bloqueios criativos...

... Aí decidi que era uma boa hora para mudar. Fechei o blog! Por um bom tempo fiquei de fora da blogosfera. E criei o Diário Não-Definitivo. Primeiro, no WordPress - inclusive, o blog ainda existe lá - e depois eu voltei para o Blogger, pelo motivo de afinidade. Mas este nome não era muito a minha cara. E depois de muito, mas muito, muito matutar um nome - nada pequeno - surgiu em minha mente: Admirável Inconstância. E é nele que eu posto. É a minha volta sem muitas cobranças feitas para eu mesma, à blogosfera. Mas dessa vez eu resolvi fazer algo diferente: colocar categorias. Ou seja, não há mais os marcadores como 'fotografia', 'música', mas "Diga Xis" e "Pode ouvir sem medo". Confesso que não estou sendo a melhor das blogueiras, mas com pequenos passos vou reconstruindo meu lugar!

E bem, essa é a minha história mais na blogosfera e um pouco do porquê deste blog existir! Espero que curtam!

Blogs participantes: (links já direcionados ao post)



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